A importância do apoio psicológico na saúde mental dos policiais militares de Fortaleza

Louise Maia Barbosa, Catarina Nívea Bezerra Menezes

Resumo


O presente trabalho de conclusão de curso teve o intuito de investigar a
importância do apoio psicológico na saúde mental dos militares de Fortaleza, bem
como se a sua relação com o trabalho gera patologias físicas e/ou psicológicas. Foi
dividido em Introdução, metodologia, resultados e discussão e conclusão. Foi
realizada uma pesquisa de campo, de caráter exploratório, utilizando a abordagem
qualitativa. Para a realização optou-se por trabalhar com entrevistas de
aprofundamento, com 5 perguntas norteadoras, e análise de conteúdo. Os
participantes foram identificados por patentes sendo estas: Coronel, Capitão, Cabo
1, Cabo 2, Soldado. O trabalho demonstrou que a ausência de apoio psicológico,
junto ao estresse cotidiano gera muitos prejuízos aos policiais. Concluiu-se que
essa questão é multifatorial, mas passível de mudança por meio de estratégias de
intervenção baseadas no atendimento psicológico nas regionais, a priori, e
futuramente em cada quartel.


Palavras-chave


saúde mental, psicologia, polícia militar, qualidade de vida.

Texto completo:

PDF

Referências


Alves, R. F. (2011). Psicologia da saúde: teoria, intervenção e pesquisa. EDUEPB. Retirado de http://static.scielo.org/scielobooks/z7ytj/pdf/alves-9788578791926.pdf Acesso em 05 de abril de 2017.

Andrade, E. R. D., & Souza, E. R. D. (2010). Autoestima como expressão de saúde mental e dispositivo de mudanças na cultura organizacional da polícia. Psicologia Clínica, 22(2), 179-195.

Antunes, R. L. (2008). Adeus ao trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. Rio de Janeiro: Cortez.

Bernal, A. O. (2010). Psicologia do trabalho em um mundo globalizado: como enfrentar o assédio psicológico e o estresse no trabalho. Porto Alegre: Artmed, 29-32.

Bardin, L. (1988). Análise de conteúdo. Lisboa/Portugal: Edições 70, 2008. BRASIL. Ministério da Educação. Livro didático, 19-24.

Bock, A. M. B., Furtado, O., & Teixeira, M. D. L. T. (2009). Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 13.

Campos, M. O., & Rodrigues Neto, J. F. (2014). Qualidade de vida: um instrumento para promoção de saúde. Revista Baiana de saúde pública, 32(2), 232.

Carlos, G. A. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.Constituição brasileira. Retirado de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm. acesso em 22 de outubro de 2016.

Contini, M. D. L. J. (2000). Discutindo o conceito de promoção de saúde no trabalho do psicólogo que atua na educação. Psicologia: Ciência e Profissão, 20(2), 46-59. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932000000200008 Acesso em 26 de março de 2017.

Couto, G., Vandenberghe, L., & Brito, E. D. A. G. (2012). Interações interpessoais e estresse entre policiais militares: um estudo correlacional. .Arquivos Brasileiros de Psicologia, 64(2), 47-63. Dejours, C. (1999). Banalizacao Da Injustica Social, a. FGV Editora, p.35. da Silva Ferreira, D. K., Bonfim, C., & da Silva Augusto, L. G. (2011). Fatores associados ao estilo de vida de policiais militares. Ciência & Saúde Coletiva, 16(8), 3403-3412. Retirado de https://www.researchgate.net/profile/Lia_G_da_S/publication/51589643_Factors_associated_with_the_lifestyle_of_military_police_officers/links/54cfa7bc0cf24601c0951ebb.pdf Acesso em 12 março 2017.

de Oliveira, D.F. (2015). Juventudes sitiadas: Cotidianos de violência e a interface com as políticas de segurança pública e de prevenção à violência (Mestrado acadêmico, Universidade Estadual do Ceará). Retirado de http://uece.br/politicasuece/dmdocuments/Deinair_Ferreira_de_Oliveira.pdf acesso em 26 de março de 2017.

de Oliveira, K. L., & dos Santos, L. M. (2010). Percepção da saúde mental em policiais militares da força tática e de rua. Sociologias, 12(25), p. 227.

de Souza Minayo, M. C., de Assis, S. G., & de Oliveira, R. V. C. (2011). Impacto das atividades profissionais na saúde física e mental dos policiais civis e militares do Rio de Janeiro (RJ, Brasil). Ciência & Saúde Coletiva,16(4), 2199-2209. Enrique, R. (1992). El Hombre Light: Una vida sin valores. La sexualidad vacía y sin rumbo, Paseo de las castellanas. Madrid: Grupo Planeta, 61-63.

Gardner, H. (1995). Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Howard Gardner; tradução de Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artes médicas. Guirado, M., & Albuquerque, J. A. G. (1987). Psicologia institucional. São Paulo: epu.

Maia, H., Dias, A. P. B. H., Costa, C. R. C. M., Delou, C. M. C., Oliveira, F. M. A., & Thompson, R. (2011). Neurociências e desenvolvimento cognitivo. Rio de Janeiro: Wak Editora, 1.

Paiva, C. H. A., & Teixeira, L. A. (2014). Reforma sanitária e a criação do Sistema Único de Saúde: notas sobre contextos e autores. Hist Cienc Saude Manguinhos, 15-35.

Richardson, R. J. (1999). Pesquisa Social: métodos e técnicas/Roberto Jarry Richardson: colaboradores José Augusto de Souza Peres (et al). São Paulo, Atlas.

Souza, E. R. D., & Minayo, M. C. D. S. (1995). O impacto da violência social na saúde pública do Brasil: década de 80. In Saúde em debate (Vol. 79, pp. 87-116). Hucitec.

Tadeu, T. (2009). Nós, ciborgues: o corpo elétrico e a dissolução do humano. Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: autêntica. 2, 7-15.

Universidade Estadual do Ceará (2011) http://www.uece.br/covio/dmdocuments/regional_VI.pdf acesso em 05 de abril 2017.




DOI: http://dx.doi.org/10.7213/psicolargum.35.89.AO01

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2019 Editora Universitária Champagnat