Análise da musculatura estabilizadora lombopélvica em jovens com e sem dor lombar

Jarbas Melo Filho, Berlis Ribeiro dos Santos Menossi, Cássio Preis, Luiz Bertassoni Neto, Antônio Stabelini Neto

Resumo


Introdução: A capacidade de controle da musculatura profunda local em indivíduos com dor lombar tende a estar diminuída. Objetivo: Analisar e comparar o comportamento da musculatura estabilizadora lombopélvica em jovens com e sem dor lombar. Materiais e métodos: A pesquisa do tipo transversal quantitativa teve aplicação de avaliações para estabilidade lombopélvica por meio dos testes de Resistência Estática do Tronco, Resistência das Costas de Sorenson e Teste de Side Bridge (ponte lateral), questionário funcional lombar de Roland-Morris; a escala de dor foi avaliada com uso da escala análoga visual da dor em adultos jovens da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Centro de Ciências da Saúde, Jacarezinho (PR). Resultados: A amostra do trabalho foi composta de 108 indivíduos, 17 do gênero masculino e 91 do gênero feminino, apresentando médias e desvios padrão respectivamente de: idade 19,44 ± 1,73 anos, estatura 167 ± 8 cm, peso 60,48 ± 11 kg e índice de massa corpórea (IMC) 21,70 ± 2,80 kg/m². Dos participantes, 20% apresentaram dor lombar. Na comparação entre grupos de indivíduos com dor lombar e sem dor mediante testes de estabilidade lombopélvica, não se observou diferenças significativas, p > 0,05 para todos os testes, mesmo com divisão por gênero, onde o percentual dos indivíduos com dor foi de 18,68% no grupo feminino e de 29,41% no masculino. Conclusão: Constatou-se que os adultos jovens com dor lombar não se apresentaram com a musculatura estabilizadora lombopélvica significativamente diferente quando comparados com os sem dor.

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DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-51502013000300012

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