Evolução científica da fisioterapia em 40 anos de profissão

Cristiane de Carvalho Lima Calvalcante, Ana Rosa de Sousa Rodrigues, Thais Varanda Dadalto, Elirez Bezerra da Silva

Resumo


Introdução: Em 13 de outubro de 1969 com o Decreto-Lei 938, a fisioterapia se legitimou como profissão e desde então vem evoluindo a prática clínica com a pesquisa científica. Objetivos: O presente estudo teve por objetivo levantar a evolução científica da fisioterapia brasileira em 40 anos de profissão. Materiais e métodos: Foram realizadas buscas em bases de dados eletrônicas MEDLINE e Biblioteca Virtual de Saúde, nos sites SCImago, Google Acadêmico, Capes, CNPq e Inep, com filtro para título e palavras-chave na língua inglesa e portuguesa: fisioterapia, evidências científicas e área da saúde. Resultados: Somente há 40 anos foi estabelecido que os fisioterapeutas diplomados por escolas e cursos reconhecidos são profissionais de nível superior. Há 1.145 fisioterapeutas/TO com curso de doutorado e 4.675 com curso de mestrado. Isto representa 4% e 11%, respectivamente, dos profissionais stricto sensu da grande área da saúde. Dentro das profissões de saúde, a fisioterapia ocupa a penúltima posição em quantidade de doutores. A produção científica da Fisioterapia brasileira em relação ao mundo ocupa, de acordo com o ranking do SCImago, de 1996 a 2008, o 11º lugar no número total de documentos produzidos e o 30º lugar no índice H. Dentre os países da América Latina, ocupa o 1º lugar na maioria dos quesitos. Conclusão: Ainda há muito para se fazer a fim de aumentar a quantidade de pesquisadores, com a criação de outros programas stricto sensu.

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DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-51502011000300016

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