EFEITOS DELETÉRIOS: ausência da cinesioterapia na mobilidade articular em politraumatizado

Miriam Rosalem Silva, Rosana Mara Anzolin, Talita Camargo Claro, Thaís Caroline de Medeiros

Resumo


Efeitos deletérios de repouso prolongado no leito e imobilidade têm sido reconhecidos atualmente, podendo ocorrer também os adversos da imobilização, tais como contratura, atrofia muscular e óssea das partes sadias e membros. Politraumatismo é considerado a primeira causa de morte entre 20 e 40 anos de idade, período este da vida considerado o mais produtivo. Para paciente que foi submetido a procedimento cirúrgico, preconiza-se trabalho de cinesioterapia motora, livre, assistida e isometria, quando o paciente não é muito colaborativo, utilizando a cinesioterapia passiva. Em diversos aspectos da nossa vida, a possibilidade de acontecer o politraumatismo, como em quedas de altura, acidentes de trânsito, violência por arma e até mesmo catástrofes naturais, pode ser freqüente. Na grande maioria dos casos, haverá perda de movimento com o aparecimento de lesão em uma das articulações, onde a mobilização articular é utilizada com várias finalidades em relação ao processo de reabilitação. O objetivo do presente estudo é relatar a ocorrência de efeitos deletérios na ausência da cinesioterapia, e mobilidade articular em politraumatizado.

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