A EXECUÇÃO DE AVDS E MOBILIDADE FUNCIONAL EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO-INSTITUCIONALIZADOS

Ana Carolina Ferrantin, Camila Fernanda Borges, José Geraldo da Silva Morelli, José Rubens Rebelatto

Resumo


OBJETIVO: Este trabalho teve como objetivo verificar a qualidade de execução de atividades de vida diária (AVDs) e a mobilidade funcional de idosos institucionalizados e não-institucionalizados da região de Descalvado (SP). METODOLOGIA: Para verificar a qualidade da realização de algumas AVDs, foi utilizado o Índice de Barthel e para avaliação da mobilidade funcional foi utilizado Timed Up and Go test (TUG). Os dados foram analisados por meio da análise de variância (ANOVA TWO-WAY) e do Teste T-Student com a=0,05. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significativa em relação à qualidade na execução das AVDs dos idosos institucionalizados e não-institucionalizados. Quanto ao TUG, os idosos não-institucionalizados foram significativamente mais rápidos que os institucionalizados em todas as faixas etárias estudadas (60 a 69 anos; p=0,01; 70 a 79 anos; p=0,005 e 80 a 89 anos; p=0,008). CONCLUSÃO: Os resultados sugerem que a qualidade da execução de AVDs entre os idosos institucionalizados e não-institucionalizados não é um fator importante no contexto funcional e que os idosos institucionalizados apresentam menor mobilidade funcional que os idosos não-institucionalizados, podendo, por decorrência, estar expostos a maior risco de quedas.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.