ANÁLISE MORFOLÓGICA A CURTO E LONGO PRAZO DO MÚSCULO TIBIAL ANTERIOR APÓS CONTUSÃO

Fábio Augusto Facio, Viviane Balisardo Minamoto

Resumo


Apesar de documentada a regeneração muscular após contusão, existe a preocupação dos profissionais envolvidos com a reabilitação na determinação do início do retorno das atividades dos atletas, uma vez que não existe relação direta entre regeneração e sinais e/ou sintomas indicativos de restabelecimento muscular. O objetivo deste trabalho foi analisar a curto e longo prazo o músculo tibial anterior (TA) de rato após contusão. Vinte e oito ratos foram divididos em grupos controle e contusão. A contusão foi realizada por meio de carga (284g) liberada de altura de 30cm sobre o músculo TA, sendo os mesmos analisados após 3 e 28 dias. Cortes histológicos (10 m) dos músculos congelados foram obtidos de micrótomo criostato e corados com Azul de Toluidina. Animais contundidos e analisados após 3 dias apresentaram alta incidência de sinais de fibras lesadas e/ou em regeneração. No grupo contundido e analisado após 28 dias os sinais predominantes foram de fibras regeneradas, embora tenha sido observada presença de fibras em regeneração. A presença de fibras musculares lesadas e em regeneração, 3 e 28 dias pós lesão, sugere cuidados na prática desportiva tanto a curto quanto a longo prazo, a fim de se evitar recidivas à lesões.

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