ANÁLISE DAS FORÇAS DE REAÇÃO DO SOLO NA MARCHA DE ADULTOS A 1,3M DE IMERSÃO

H Roesler, A Haupenthal, GR Schütz, PV Souza

Resumo


Este estudo descritivo exploratório objetivou analisar as componentes vertical e ântero-posterior da curva de
força de reação do solo na marcha subaquática. Participaram 60 sujeitos, estatura entre 1,60-1,85m e média
de idade de 23±5 anos, divididos em três grupos, conforme o nível de imersão no esterno: grupo 1 - manúbrio,
grupo 2 - ponto médio entre xifóide e manúbrio e grupo 3 – processo xifóide. Os sujeitos caminharam sobre
uma passarela, com duas plataformas de força, profundidade de 1,3m e em quatro situações diferentes:
alterando velocidade (lenta/rápida) e posição dos membros superiores (dentro/fora da água). Na análise de
dados, utilizou-se a estatística descritiva e inferencial, com p<0,01, na comparação inter e intragrupos. Na
componente vertical, as forças variaram de 20 a 40% do peso corporal dos sujeitos dependendo da velocidade
e posição dos membros superiores. Na componente ântero-posterior, as forças foram de 5 a 15% do peso
corporal também de acordo com a situação. Dessa forma, para um mesmo nível de imersão, as forças podem
variar significativamente conforme o modo de realização da marcha subaquática. Um aumento na velocidade
da marcha acarreta em aumento da componente ântero-posterior, enquanto que um aumento na massa
corporal fora da água acarreta em aumento principalmente da componente vertical. Conhecer estas alterações
é importante para os profissionais que prescrevem atividades em ambiente aquático.

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