Nietzsche: fisiologia como fio condutor

Bárbara Lucchesi Ramacciotti

Resumo


Este artigo tem por objetivo examinar as mutações no registro da fisiologia em alguns textos-chave da filosofia de Nietzsche. Em O Nascimento da Tragédia (1872), Nietzsche elabora a concepção estética e cosmológica da fisiologia dos impulsos apolínio e dionisíaco como via para analisar o nascimento e a morte da tragédia ática. A partir de Humano, Demasiado Humano (1878), o “método da filosofia histórica” adota a fisiologia do corpo orgânico como guia para verificar a origem dos sentimentos e valores morais. Na obra da maturidade, a fisiologia opera como fio condutor da teoria nietzschiana da interpretação, sobretudo, de sua psicologia da cultura moderna.

Palavras-chave


Fisiologia dos impulsos estéticos; Fisiologia do corpo; Filosofia histórica; Psicologia da cultura

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DOI: http://dx.doi.org/10.7213/estudosnietzsche.7572

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