Cristo e Anticristo: figuras da inversão dos valores em Nietzsche

Yannick Souladié

Resumo


Em 1888, produz-se um ultimo movimento no interior da filosofia de Nietzsche. Em seguida a numerosas leituras e pesquisas, ele redefine a natureza do cristianismo, assim como seu papel na filosofia e na história. A fim de melhor poder cercar aquele que se tornou seu principal adversário, Nietzsche vai operar uma desconstrução histórica do Antigo e do Novo Testamento. Assim sendo, ele distinguirá, em O Anticristo, a personagem histórica de Jesus, que ele considera um budista idiota, da figura mítica do Cristo, ideal do cristianismo. Seu Anticristo, nova variação do tema do dionisíaco, vai se opor a esta figura crística, fonte de heresia.

Palavras-chave


Cristianismo; Moral; Dionísio; Ateísmo

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.7213/ren.v2i2.22603

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2017 Editora Universitária Champagnat

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.