A teologia da libertação e o cuidado ético e integral na América Latina a partir dos excluídos

Autores

  • Roberto de Paula
  • Waldir Souza

DOI:

https://doi.org/10.7213/cda14n24p187203

Palavras-chave:

América Latina, Teologia da libertação, Dialética, Invisibilidade

Resumo

O artigo enuncia o estudo do redesenho da atuação da Igreja na América Latina sob a influência de mudanças propostas pelo Concílio Vaticano II e pelas provocações de dois documentos episcopais: da II Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (CELAM) de Medellín em 1968 e da III conferência do CELAM, em Puebla (1979). A reflexão do não-ser latino-americano, sobre os marginalizados e excluídos demarca uma ruptura com a teologia eurocêntrica que vigorava há séculos, possibilitando a participação de novos atores, (re)formulando o campo religioso e instrumentalizando as lideranças populares com a complementação de ferramentas teóricas de outros campos, tais como o científico, político e sociológico. Conclui que as produções literárias serviram como subsídios para formar lideranças dos diversos organismos (Comissão Pastoral da Terra; Conselho Indigenista Missionário) e movimentos sociais (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que emergiam num contexto de luta e reivindicação de direitos integrais dos pobres e vulneráveis. Um traço fundamental da teologia da libertação é a análise crítica e a afirmação de práxis libertadora em favor dos oprimidos.

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Biografia do Autor

Roberto de Paula,

    

Waldir Souza,

      

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Publicado

03-07-2026

Como Citar

de Paula, R., & Souza, W. (2026). A teologia da libertação e o cuidado ético e integral na América Latina a partir dos excluídos. Caminhos De Diálogo, 14(24), 187–203. https://doi.org/10.7213/cda14n24p187203