Fé e diálogo: Titus Brandsma e a plasticidade do conceito de Deus

Autores

  • Bruno Castro Schröder

DOI:

https://doi.org/10.7213/cda14n24p213225

Palavras-chave:

Godsbegrip, Conceito de Deus, Titus Brandsma, Plasticidade, Modernidade

Resumo

O discurso Godsbegrip (Conceito de Deus), proferido por Titus Brandsma em 1932, na qualidade de Rector Magníficus da então Universidade Católica de Nimega, apresenta uma reflexão sobre a necessidade de repensar continuamente o modo como compreendemos e expressamos Deus na tradição cristã. Brandsma, ao discursar no dies natalis da instituição, identifica que o conceito de Deus para ser compreensível precisa dialogar com os desafios culturais, científicos e espirituais de cada época. Surge, então, a questão: como renovar a imagem de Deus preservando sua profundidade e atualizando sua pertinência? Este estudo busca analisar a proposta de Brandsma para uma plasticidade do conceito de Deus e sua contribuição para o diálogo entre fé e cultura na modernidade. A pesquisa realiza uma análise textual do discurso, associando-o ao contexto teológico-filosófico do início do século XX nos Países Baixos. Conclui-se que Brandsma propõe uma compreensão dinâmica de Deus, que integra tradição e atualidade, e que convoca seus interlocutores a apresentarem uma imagem de Deus capaz de dialogar com o ser humano contemporâneo.

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Biografia do Autor

Bruno Castro Schröder,

    

Referências

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KRISTEVA, Julia. Estrangeiros para nós mesmos. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.

WEIL, Simone. O enraizamento. Bauru: EDUSC, 2001.

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Publicado

03-07-2026

Como Citar

Schröder, B. C. (2026). Fé e diálogo: Titus Brandsma e a plasticidade do conceito de Deus. Caminhos De Diálogo, 14(24), 213–225. https://doi.org/10.7213/cda14n24p213225