A antropologia de Gênesis: unidade do ser vivente como crítica ao dualismo transumanista

Autores

  • Eduardo dos Santos de Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.7213/cda14n24p175186

Palavras-chave:

Antropologia, Gênesis, Transumanismo, Corporeidade, Visão integral

Resumo

O presente artigo parte dos relatos bíblicos da criação de Gênesis e destaca alguns de seus elementos antropológicos: a bondade da criação e da corporeidade; a visão unitária do ser humano; a relacionalidade humana, e; a tentação de ser como deuses. Depois, são descritas as antropologias platônica e cartesiana, que não levam em conta esses elementos e tornaram-se fundamentos contemporâneos do transumanismo, que almeja a imortalidade, negando a finitude e a corporeidade através de pressupostos dualistas. Por fim, são apresentadas algumas expressões de realização humana a partir de uma visão integral do ser humano, como proposta alternativa humanizadora a um projeto que parece desumanizar o ser vivente. Assim, o artigo reforça o papel da dignidade e da integralidade da pessoa em seu todo, elementos antropológicos imprescindíveis para pensar o ser humano de nosso tempo em meio às novas tecnologias, colocando em questão possíveis temas como desigualdades sociais, privacidade e segurança, o limite do ser humano, a vocação humana à relação e até mesmo a ressurreição da carne frente à tentação do transumanismo.

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Biografia do Autor

Eduardo dos Santos de Oliveira,

    

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Publicado

03-07-2026

Como Citar

Oliveira, E. dos S. de. (2026). A antropologia de Gênesis: unidade do ser vivente como crítica ao dualismo transumanista. Caminhos De Diálogo, 14(24), 175–186. https://doi.org/10.7213/cda14n24p175186