A mariologia conciliar como chave para uma eclesiologia mariana ecumênica
DOI:
https://doi.org/10.7213/cda14n24p5168Palavras-chave:
Mariologia conciliar, Eclesiologia ecumênica, Vaticano II, Maternidade de Maria, Unidade cristãResumo
O presente artigo analisa a mariologia conciliar como chave interpretativa para uma eclesiologia ecumênica, com ênfase na relação entre Maria e a Igreja no contexto do Concílio Vaticano II (1962-1965). A hipótese central é que a maternidade espiritual de Maria, em sua vinculação com a Igreja, pode ser um fator propulsor para a unidade entre as diversas tradições cristãs, contribuindo como base para o diálogo ecumênico. O objetivo é analisar a importância de Maria na teologia do Vaticano II e suas implicações para a eclesiologia ecumênica. A metodologia adotada baseia-se na análise do capítulo VIII da constituição Lumen gentium, complementada por uma revisão da literatura teológica contemporânea, estruturada em três etapas: I) analisar a mariologia no contexto do Vaticano II; II) demonstrar a cooperação de Maria na história da salvação; III) ilustrar a eclesiologia mariana ecumênica. Conclui-se que a mariologia conciliar oferece fundamentos significativos para a promoção da unidade eclesial e do ecumenismo.
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