Cavell, Fried e a crítica à estética da presença: os vínculos entre “ceticismo cartesiano” e arte minimalista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/2965-1557.038.e202633717

Palavras-chave:

Ceticismo, Minimalismo, Teatralidade, Presença, Ordinário

Resumo

Pretende-se neste artigo apontar, a partir do diálogo entre as obras de Stanley Cavell e Michael Fried, os vínculos entre o ceticismo cartesiano e a arte minimalista, investigando a noção de objeto genérico e suas consequências no campo da estética. Trata-se de compreender a crítica de Fried à estética da presença (em oposição à da presenticidade) ou à teatralidade nas artes visuais, presente sobretudo no seu texto Art and Objecthood, à luz das considerações cavellianas, realizadas no seu Claim of Reason, sobre a fenomenologia da materialidade que seria instituída pelo ceticismo moderno. Em contrapartida, tomando-se como base o livro Why Photography Matters as Art as Never Before, procura-se sustentar que a noção de ordinário é um contraponto a essa teatralização da percepção, tanto no plano filosófico como estético.

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Biografia do Autor

Andrea Cachel, Universidade Estadual de Londrina

Professora Adjunta de Estética, no Departamento de Filosofia da UEL.

Graduação em Direito e Filosofia na UFPR. Mestrado em Filosofia na UFPR. Doutorado em Filosofia na USP. Pós-Doutorado na Unicamp.

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Publicado

2026-07-20

Como Citar

Cachel, A. (2026). Cavell, Fried e a crítica à estética da presença: os vínculos entre “ceticismo cartesiano” e arte minimalista. Revista De Filosofia Aurora, 38. https://doi.org/10.1590/2965-1557.038.e202633717

Edição

Seção

Fluxo contínuo